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Presidente nacional do SD critica reforma de Bolsonaro

Na Paraíba para convenção do Solidariedade, o presidente nacional do partido e deputado federal por São Paulo, Paulinho da Força, criticou, nesta quinta-feira (11), reforma da Previdência e duvidou  que o presidente Jair Bolsonaro tenha votos para aprovar a matéria.

“Acho que a reforma da Previdência não vai sair do jeito que está lá. É muito dura com a população, principalmente com a mais pobre e por isso vamos trabalhar para reformar a Previdência, mas não do jeito que Bolsonaro imagina. Estive com ele essa semana. Falei exatamente isso para ele acho que ele não tem nem 50 votos para aprovar aquela proposta”, destacou.

O parlamentar revelou que elabora uma emenda para garantir alguns direitos atuais dos trabalhadores e modificar algumas das propostas apresentadas pelo governo. “Estou propondo 62 anos para homem e 59 para mulheres em um transição justa e igual para todo mundo. Manter os trabalhadores rurais, os professores como é hoje e manter o fundo de garantia e o PIS que o governo quer acabar. Nós queremos fazer uma reforma, mas não injusta como essa do Bolsonaro”, destacou.

Paulino sugeriu que governos e municípios façam suas próprias reformas, retirando a responsabilidade do Congresso Nacional. “Eu tenho defendido que o governo devolva a reforma da Previdência para os estados e municípios e que eles façam a deles. Tira isso do colo do Congresso Nacional. Eu não acredito que o Bolsonaro tenha capacidade de fazer”, acrescentou.

Além disso, Paulinho adiantou que na próxima segunda-feira (15), um grupo de 12 partidos que detêm cerca de 330 parlamentares irá exigir a inversão da pauta para que seja votado primeiro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o orçamento impositivo, sob ameaça de obstrução.

“Não queremos deixar o orçamento nas mãos de Bolsonaro. As emendas serão impositivas. Vamos fazer as emendas que chegarão aos municípios. Vamos votar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) segunda-feira. Se o presidente da CCJ não aceitar, esse grupo de partidos vai obstruir a votação. Ou ele aceita ou não vai ter votação da Previdência”, afirmou.

Paulinho disse ainda que deve votar contra a admissibilidade da matéria na CCJ porque a proposta de reforma desconstitucionaliza a Previdência ao passar a ser lei complementar exigindo menos votos para ser aprovada. “Tem que manter na Constituição”, pontuou.

Manoel Junior assume presidência do SD

Na convenção, o nome do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Junior, foi confirmado na presidência do Solidariedade. O presidente nacional, Paulinho da Força, lançou o nome de Manoel como opção para disputar a Prefeitura da Capital no próximo ano.

Roberto Targino e Albemar Santos – MaisPB

 

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