Caminhoneiros criticam novo aumento do diesel e voltam a pedir fim da PPI

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Crédito: Divulgação/Abrava

 

Wallace “Chorão” Landim, presidente da Abrava, denuncia alto preço dos combustíveis e ataca PPI da Petrobras (Crédito: Divulgação/Abrava)

Filipe Prado

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (9) um reajuste de 8,87% no preço do diesel nas refinarias, o que deve ser repassado integralmente ao consumidor. A medida ocorre dois meses depois do último aumento e é o primeiro da gestão José Mauro Coelho, que assumiu o comando da estatal em 14 de abril.

O aumento do diesel afeta reflete diretamente no valor de alimentos e produtos básicos que dependem de transporte de caminhão, além de contribuir ainda mais com a inflação. O combustível acumula alta de 52,53% nos últimos 12 meses segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15).

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O reajuste foi mais uma vez criticado pelas lideranças de caminhoneiros do País, que pedem o fim da política de Preço de Paridade Internacional (PPI) da Petrobras, que estabelece o preço dos combustíveis de acordo com o valor do barril de petróleo no mercado internacional.

Esse novo reajuste do diesel trará um resultado negativo não apenas para nós caminhoneiros, mas para todo o povo brasileiro. Defendemos o fim da política de Preço de Paridade Internacional (PPI) da Petrobras e a criação de uma nova gestão para que sejam cobrados preços justos. Chega dos acionistas continuarem ganhando”, afirma Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da Confederação dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), que fala de um início de hiperinflação no Brasil.

fonte isto é dinheiro

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