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Em convenção, Cícero aponta “coronelismo” e “perseguição” no Governo da Paraíba

Em convenção, Cícero aponta “coronelismo” e “perseguição” no Governo da Paraíba
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O pré-candidato ao governo da Paraíba pelo MDB, Cícero Lucena, se referiu ao adversário, o atual governador Lucas Ribeiro (PP) como representante da política dos coronéis. A frase foi proferida quando ele disse que sua decisão de renunciar à prefeitura de João Pessoa fez com que algumas pessoas lhe perguntassem se ele era “doido” ou “muito corajoso”.

“Perguntaram isso por eu deixar a prefeitura de João Pessoa, se eu não precisaria disputar uma eleição sem enfrentar uma máquina com práticas de coronéis do passado, de perseguição, de demissão de diretores por indicação política, criando a revolta dos nossos estudantes que espalhou-se por toda a Paraíba. Um governo que não respeita concursos, que deixa uma fila de professores com a sede de transmitir os seus conhecimentos para nossa juventude sem ser contratada. Mas o povo da Paraíba não é besta, não”, disse o candidato do MDB que renunciou à prefeitura para disputar o Governo do Estado.

Na convenção, Cícero defendeu o voto nos candidatos ao Senado pelo MDB: Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha. Especulava-se que ele poderia ter um “voto cruzado” em Nabor Wanderley (Republicanos).

O candidato a vice de Cícero é o empresário Diogo Cunha Lima, do PSD. A convenção vai homologar os nomes já conhecidos. Resta saber quem serão os suplentes de Veneziano e a segunda suplente de André, já que a primeira é a vereadora Ivonete Ludgério.

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