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Lucas sobe o tom e rebate críticas sobre influência familiar na gestão: “O governador sou eu, a responsabilidade é minha”

Lucas sobe o tom e rebate críticas sobre influência familiar na gestão: “O governador sou eu, a responsabilidade é minha”
2 min de leitura · 346 palavras

Foto: Reprodução do Youtube / CBN Paraíba

O governador da Paraíba e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), subiu o tom nesta terça-feira (14) em relação às críticas sobre uma suposta falta de autonomia na condução da gestão estadual e negou qualquer interferência de terceiros em suas decisões administrativas. Durante sabatina na rádio CBN Paraíba, o chefe do executivo afirmou que todas as decisões passam por ele e que a responsabilidade pelos atos do governo é exclusivamente sua.

“Eu nem respondo isso aí, porque isso aí é coisa de gente que não tem o que falar de mim, não tem o que dizer da minha pessoa, não tem como dizer que Lucas responde a um processo, que Lucas tem alguma ação suspeita. Nada disso. Nada disso eles encontram contra a minha pessoa. Então, vão buscar lendas e criações como essa”, declarou o governador.

Ao defender sua atuação, Lucas citou medidas adotadas durante o período em que está à frente do Executivo estadual.

“Pode olhar os meus 100 dias de governo. Quem fez gestão? Quem tomou as decisões? Quem estava lá? Quem tomou essa decisão, como eu disse aqui, de chamar os concursados, de chamar mais 490 policiais e bombeiros militares da Paraíba? Quem tomou a decisão de assumir o Hospital da Clipse e está lá investindo quatro milhões, todo mês”, afirmou.

Lucas reforçou que não aceitará insinuações de que outras pessoas comandam o Governo da Paraíba e ressaltou que toda a responsabilidade pelas decisões administrativas recai sobre o ocupante do cargo de governador.

“O governador sou eu. A responsabilidade é minha e qualquer decisão recai sobre mim. Aqui, eu não vou admitir que as pessoas venham querendo dizer que tem interferência de outra pessoa, de terceiro. Não. Porque no fim do dia, meu amigo, sou eu e o papel é aquela caneta para poder responder e decidir. Isso é o que acontece. Essa é a realidade”, concluiu.

 

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