Mídia nacional mostra que conselheira de Tribunal de Contas era funcionária fantasma na Paraíba

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Uma reportagem publicada por um dos portais de notícias de maior repercussão do país trouxe à tona um caso que evidencia as contradições presentes no cenário político brasileiro, tendo como personagem central a conselheira do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), Alanna Galdino.

De acordo com o portal Metrópoles, a conselheira — que atualmente ocupa a função de julgar contas de gestores públicos — foi apontada como “funcionária fantasma” do Governo da Paraíba por mais de 11 anos. A informação consta em relatório do Ministério Público da Paraíba (MP-PB), obtido pelo veículo e divulgado no último dia 5 de abril.

Segundo o parecer assinado pelo promotor Ricardo Alex Almeida Lins, Alanna Galdino teria recebido indevidamente o montante de R$ 646,9 mil durante o período de 11 anos e 2 meses em que esteve formalmente vinculada ao cargo de agente de programas governamentais na Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), sem, no entanto, exercer efetivamente suas funções.

O caso ganha ainda mais repercussão por envolver a filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, o que amplia o debate sobre nepotismo, responsabilização e critérios de nomeação para cargos de alta relevância no controle das contas públicas.

A situação levanta questionamentos sobre a coerência institucional, uma vez que a mesma pessoa apontada em relatório ministerial por supostas irregularidades no passado ocupa hoje uma das funções mais sensíveis da administração pública: a de fiscalizar e julgar a correta aplicação de recursos públicos por gestores estaduais e municipais.
fonte Portal metropolis

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