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Pediatra Fernando Cunha Lima ainda não foi encontrado após ser alvo de mandado de prisão em João Pessoa

Pediatra Fernando Cunha Lima ainda não foi encontrado após ser alvo de mandado de prisão em João Pessoa
2 min de leitura · 417 palavras

A Polícia Civil ainda não encontrou, até esta quarta-feira, o pediatra investigado por abusar sexualmente de crianças na Paraíba. Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão, recolhendo vários materiais.

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Fernando Cunha Lima, investigado por estupros na Paraíba (Foto: Reprodução/TV Câmara/Arquivo)

O pediatra Fernando Paredes Cunha Lima continua foragido, nesta quarta-feira (6), após a Justiça da Paraíba expedir mandado de prisão e a Polícia Civil fazer buscas e não encontrá-lo no prédio onde mora, em João Pessoa. Ele foi alvo de mandados de prisão e de busca e apreensão nessa terça-feira (5).

Polícia Civil ainda não encontrou, até esta quarta-feira, o pediatra investigado por abusar sexualmente de crianças na Paraíba. Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão, recolhendo vários materiais.

Policiais civis na residência do médico

A delegada Ana Carolina Adissi informou ontem, em entrevista à imprensa, que foi apreendido um material volumoso o qual será submetido a perícia.

“O mandado já foi expedido e a gente veio para cumprir o mandado de prisão e o mandado de busca e apreensão. Segundo o porteiro, já tinha uma chave. A gente solicitou a presença do síndico e da vizinha para acompanharem todo o cumprimento. A gente apreendeu um material bastante volumoso. Isso vai para a perícia e agora ele é considerado foragido”, explicou a delegada.

Ainda segundo a delegada, “a gente vai empreender diligências no sentido de localizá-lo e pedir a perícia no material apreendido na residência do médico.”

Material apreendido

A ordem de busca e apreensão foi expedida para que fossem apreendidos dispositivos eletrônicos e as fichas e prontuários de pacientes que estejam em poder de Fernando Cunha Lima. Além disso, a Justiça determina que deve ser realizada a “perícia das mensagens e ligações efetuadas e recebidas por meio dos aparelhos celulares exclusivamente referentes aos fatos investigados ressalvada a verificação de possíveis outras atividades a justificarem a investigação.”

O relator do caso, desembargador Ricardo Vital, entendeu ser “necessário o custodeamento preventivo tanto pela garantia da ordem pública quanto pela conveniência da instrução criminal.”

O voto do relator Ricardo Vital foi seguido pelos desembargadores Joás Brito Pereira e Fred Coutinho. Já os desembargadores Márcio Murilo e Saulo Benevides se averbaram suspeitos.

 

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