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Após corte de R$ 30 milhões, reitora da UFPB estuda reduzir terceirizados, mas garante nomeações do concurso

De pronto, já foram suspensas as concessões de passagens para viagens internacionais, segundo informou a reitora Margareth Diniz.

Os setores prejudicados com o corte no orçamento são os do dia a dia, como classifica Margareth (Foto: Walla Santos)

O corte de 30% nas universidades federais anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) já preocupa alunos, funcionários e reitores das instituições, que buscam uma reunião com o ministro Abraham Weintraub em Brasília. A reitora Margareth Diniz, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ressaltou em entrevista ao ClickPB nesta quinta-feira (02) que o corte na instituição será de R$ 30 milhões no custeio do dia a dia.

Algumas situações de corte já estão sendo estudadas pela equipe de planejamento da UFPB, como é o caso dos funcionários terceirizados. Margareth não revelou a quantidade de terceirizados que deverão ser dispensados, mas ressaltou que o caso está em análise. Deverão ser afetados, desde seguranças, porteiros, recepcionistas e serviços gerais que atuam através de empresas que terceirizam seus serviços. O corte, segundo Margareth, “vai inviabilizar em algum momento os contratos com os fornecedores”.

De pronto, já foram suspensas as concessões de passagens para viagens internacionais, segundo informou a reitora. Os setores prejudicados com o corte no orçamento são os do dia a dia, como classifica Margareth. Ela destaca que os setores afetados são em relação à “água, energia, compra de material apara aulas, reagentes, parte de laboratórios, manutenção da universidade, terceirização, motorista, combustível, compra de veículos”.

Apesar dos cortes no custeio, não serão afetadas as áreas de assistência estudantil nem folha de pessoal. Isso significa dizer, segundo informou a reitora, que os aprovados no concurso público para a UFPB serão nomeados normalmente, segundo o planejamento.

“Em julho vamos chamar os aprovados e para além deles, tendo em vista as aposentadorias que estão previstas”, garantiu a reitora da UFPB.

Margareth Diniz considera que a situação é muito grave não somente para a UFPB, mas também para todas as outras instituições federais. “O trabalho agora é tentar reverter a situação”, destacou a reitora, depositando esperanças na reunião entre a Andifes, os reitores das universidades e o ministro da Educação.

fonte clikpb

 

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