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Bolsonaro entrega carta a Alcolumbre defendendo a reforma administrativa votada na Câmara


O presidente Jair Bolsonaro entregou uma carta ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), defendendo a votação pelo Senado da medida provisória 870, que faz a reestruturação do governo, do jeito que veio da Câmara dos Deputados, com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Ministério da Economia, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews.

A carta foi entregue durante café da manhã no Palácio da Alvorada com os chefes dos três poderes e também é assinada pelos ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, da Economia, Paulo Guedes, e da Justiça, Sergio Moro.

No texto original da MP, o governo passava o Coaf para a pasta da Justiça. Na tramitação da proposta no Congresso, parlamentares voltaram o conselho para a responsabilidade da Economia. A alteração foi aprovada em votação na Câmara.

O objetivo da carta de Bolsonaro é sinalizar ao Senado que, apesar de senadores governistas continuarem defendendo a votação de um destaque para reverter a decisão tomada pela Câmara, o governo está disposto a defender o texto do que jeito que está.

O presidente Jair Bolsonaro em frente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante café da manhã com presidentes de poderes no Palácio da Alvorada — Foto: Marcos Corrêa/Presidência da RepúblicaO presidente Jair Bolsonaro em frente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante café da manhã com presidentes de poderes no Palácio da Alvorada — Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O presidente Jair Bolsonaro em frente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante café da manhã com presidentes de poderes no Palácio da Alvorada — Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

A grande preocupação é com o tempo, já que a MP perde a validade na próxima segunda-feira (3), e uma alteração no Senado exigiria nova análise da Câmara.

“O governo já ganhou em 95% do texto. O Coaf vai continuar nas mãos do governo, a atuação vai ser a mesma. Temos garantir que a MP não caduque”, disse ao blog um integrante do governo.

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