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Jornal promove demissão em massa em Campina Grande

Há quatro anos, o cinqüentenário Diário da Borborema deixou de circular, deixando a imprensa paraibana mais pobre. Ontem aconteceu uma demissão em massa no Jornal da Paraíba e o Clichê de Campina Grande já não existe mais. O Correio da Paraíba também deixou de circular a edição das segundas-feiras, que torna o dia 01 de fevereiro nebuloso e triste para o jornalismo campinense.

Ontem, aconteceu uma demissão em massa no Jornal da Paraíba e o Clichê de Campina Grande já não existe mais. O Correio da Paraíba também deixou de circular a edição das segundas-feiras.

O experiente jornalista esportivo Evandro Reis, usou as redes sociais para manifestar o seu sentimento de tristeza pelo fechamento da redação do JP em Campina Grande.

“Foram 38 anos de luta. De aprendizado. Pois é. Nesta segunda-feira chegou ao fim, o meu ciclo no jornal impresso. Que começou em 78, no Diário da Borborema, depois passagem “relâmpago” pela Gazeta do Sertão, e por fim, o Jornal da Paraíba, no qual passei a maior parte – 28 anos, entre saída e retorno. Neste período, passei pelas mãos de muita gente boa. Dos mestres Epitácio Soares a William Tejo. De muitos editores, secretários. Do companheiro do serviço geral ao gazeteiro. Bom. Também dos colegas do Globo Esporte.com. Turma boa e de muito futuro. Só tenho a agradecer, primeiro a Deus, por tudo. Pelas empresas, que contribuíram para o sustento da minha família. Infelizmente, o jornal impresso, com quem tive uma afinidade profunda, caminha para o fechamento total. Encerrei a carreira no impresso, mas vou continuar antenado com a mídia” lamentou.

O jornalista Marcos Marinho, também usou as redes sociais para lamentar a demissão em massa dos colegas.

“Sou fundador do JP e só tenho a lamentar essa agressão que se faz, não ao jornalismo, mas a Campina Grande como um todo. E olha que o JP nasceu exatamente para avivar o ego campinense que estava tendo o Diário da Borborema (seu único jornal à época) impresso em João Pessoa. Cortes a gente entende, mas fechar redação na cidade que tudo lhe deu, é demais!” lamentou.

Fonte: PB Agora

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