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Paraíba tem pior cenário de vendas no varejo do país para o mês de abril, diz IBGE

Por G1 PB

 


Paraíba aparece na base dos rankings de comércio varejista do IBGE em vários cenários — Foto: Celso Tavares/G1Paraíba aparece na base dos rankings de comércio varejista do IBGE em vários cenários — Foto: Celso Tavares/G1

Paraíba aparece na base dos rankings de comércio varejista do IBGE em vários cenários — Foto: Celso Tavares/G1

O estado da Paraíba apresentou o pior cenário do país para as vendas no varejo neste mês de abril, segundo indica a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.

Em abril de 2019, o volume de vendas do varejo recuou 3,5% em relação a março, o pior resultado do Brasil. O recuo é identificado após uma alta no mês de março, de 2,5%. Frente a abril de 2018, o estado também teve o pior número, uma variação de -5,7%.

Considerando o volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, a Paraíba teve a terceira pior variação (-2,7%), atrás apenas do Rio Grande do Norte (-3%) e Rondônia (-3,3%). Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o estado ficou novamente na base do ranking, com um recuo de 4,7%.

O único cenário em que a Paraíba aparece com avanços no comércio varejista, ainda que leves, é se considerado o acumulado dos últimos 12 meses. Nesses casos, o volume de vendas avançou 0,2% e o ampliado, 0,3%.

Receita

Em relação à receita nominal de vendas do comércio varejista, a situação da Paraíba também não é boa frente ao resto do país. Abril teve o pior resultado em comparação a março e ao mesmo mês de 2018, -3,2% e 0,1, respectivamente.

Para a receita do comércio varejista ampliado, abril teve um recuo de -3% em relação a março e ficou estável (0%) se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Também as duas piores variações do Brasil.

Assim como no volume de vendas, a receita nominal também teve resultados positivos se considerado o acumulado dos últimos 12 meses. A variação ficou em 3,6% para o comércio varejista e em 3,5% para o ampliado.

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