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Justiça libera ex-secretária da PMCG, mas decreta preventiva de outros investigados

2 min de leitura · 327 palavras

Por G1 PB

 

A 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande decretou, na tarde desta sexta-feira (02), as prisões preventivas de seis empresários investigados durante a Operação Famintos, que investiga fraudes na merenda escolar e em licitações da prefeitura de Campina Grande. Eles tinham sido presos temporariamente desde o último dia 24 de julho.

Tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas os empresários Frederico Brito Lira, Luis Carlos Ferreira de Brito Lira, Flávio Souza Maia, Severino Roberto Maia de Miranda, Kátia Suênia Macedo Maia e Marco Antônio Querino da Silva.

O advogado de Frederico de Brito Lira, Rodrigo Celino, disse que ainda não teve acesso a decisão. O G1 não conseguiu contato com a defesa dos outros cinco empresários.

O juiz Vinicius Costa Vidor alegou na decisão a necessidade de garantia da ordem pública e considerou que há indícios de que os crimes investigados foram praticados em outras cidades da Paraíba, por isso a determinação da prisão por tempo indeterminado para assegurar que o suposto esquema não tenha continuidade.

Os demais presos temporariamente foram liberados, já que o prazo das prisões foi concluído nesta sexta-feira (2). Entre os liberados estão as ex-secretária de Educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa, e o chefe de licitações do município Helder Giusepe Casulo. A ex-secretária cumpria prisão domiciliar.

Operação Famintos

A Operação Famintos foi desencadeada no dia 24 de julho em Campina Grande e outras cidades da Paraíba. Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União investigam um suposto esquema de desvios de recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), geridos pela Prefeitura de Campina Grande. O prejuízo ultrapassa R$ 2,3 milhões.

Justiça libera ex-secretária da PMCG, mas decreta preventiva de outros investigados

2 min de leitura · 327 palavras

Por G1 PB

 

A 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande decretou, na tarde desta sexta-feira (02), as prisões preventivas de seis empresários investigados durante a Operação Famintos, que investiga fraudes na merenda escolar e em licitações da prefeitura de Campina Grande. Eles tinham sido presos temporariamente desde o último dia 24 de julho.

Tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas os empresários Frederico Brito Lira, Luis Carlos Ferreira de Brito Lira, Flávio Souza Maia, Severino Roberto Maia de Miranda, Kátia Suênia Macedo Maia e Marco Antônio Querino da Silva.

O advogado de Frederico de Brito Lira, Rodrigo Celino, disse que ainda não teve acesso a decisão. O G1 não conseguiu contato com a defesa dos outros cinco empresários.

O juiz Vinicius Costa Vidor alegou na decisão a necessidade de garantia da ordem pública e considerou que há indícios de que os crimes investigados foram praticados em outras cidades da Paraíba, por isso a determinação da prisão por tempo indeterminado para assegurar que o suposto esquema não tenha continuidade.

Os demais presos temporariamente foram liberados, já que o prazo das prisões foi concluído nesta sexta-feira (2). Entre os liberados estão as ex-secretária de Educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa, e o chefe de licitações do município Helder Giusepe Casulo. A ex-secretária cumpria prisão domiciliar.

Operação Famintos

A Operação Famintos foi desencadeada no dia 24 de julho em Campina Grande e outras cidades da Paraíba. Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União investigam um suposto esquema de desvios de recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), geridos pela Prefeitura de Campina Grande. O prejuízo ultrapassa R$ 2,3 milhões.

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