Lula e Bolsonaro vão ao segundo turno na disputa à Presidência

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TSE confirmou o resultado por volta das 21h30 deste domingo (2); o segundo turno acontece em 30 de outubro

TSE confirmou o resultado por volta das 21h30 deste domingo (2); o segundo turno acontece em 30 de outubro

Lula e Bolsonaro decidirão eleições no segundo turno, em 30 de outubro

Lula e Bolsonaro decidirão eleições no segundo turno, em 30 de outubro

REPRODUÇÃO / ALAN SANTOS / PR

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno das eleições à Presidência da República. O resultado foi confirmado neste domingo (2) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com 97% das urnas apuradas.

A votação em segundo turno ocorre em 30 de outubro, o último domingo deste mês.

Bolsonaro

Ao longo da campanha eleitoral, Bolsonaro teve como uma de suas principais estratégias relembrar os casos de corrupção durante as gestões do PT na Presidência da República, em especial quando Lula foi presidente. Além disso, o chefe do Executivo enfatizou pautas que sempre nortearam sua vida pública, como a defesa à família, a liberdade de expressão, valores religiosos e o patriotismo.

O presidente reeleito tem como compromisso para o novo mandato manter o Auxílio Brasil a R$ 600. O PLOA (projeto da Lei Orçamentária) do ano que vem enviado pelo governo ao Congresso Nacional prevê o pagamento do benefício de R$ 400, mas Bolsonaro afirmou que o valor será ampliado. Segundo ele, isso será possível com a taxação de lucros e dividendos de pessoas que ganham acima de R$ 400 mil por mês.

Outra promessa de Bolsonaro é aumentar o salário dos servidores públicos vinculados ao Executivo federal, algo que ele não conseguiu fazer durante o primeiro mandato. Para 2023, o governo tem a previsão de usar R$ 11,6 bilhões do Orçamento na recomposição de funcionários, mas ainda falta definir qual será o percentual de reajuste.

O presidente reeleito também assumiu o compromisso de aprovar reformas estruturantes, sobretudo a tributária. Bolsonaro pretende, ainda, rever gastos e desvincular e desindexar despesas públicas para, segundo ele, aumentar a eficiência do uso do dinheiro público e atender às necessidades da população brasileira.

 

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